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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

20 negócios milionários da internet que começaram do zero






“Nem todo empreendedor dispõe de capital ou consegue quantias milionárias de investidores para montar o seu e-commerce. Muitos começam com sites pequenos, gastando pouco. Porém, com um trabalho adequado de divulgação, qualidade de serviços, produtos – e, claro, de atendimento -, conseguem crescer e se destacar no vasto território online, tornando-se lojas de sucesso.

É o caso, inclusive, de alguns dos maiores gigantes da web. Aos 30 anos, fascinado pelo crescimento da internet, o americano Jeff Bezos largou seu emprego em Wall Street e fundou uma loja virtual para vender livros, chamada Amazon. Hoje, o site é o maior varejista online do mundo, vendendo produtos de diversas categorias, com receita anual de mais de U$ 60 bilhões e quase 100 mil funcionários. 




Até crianças já obtiveram destaque no e-commerce. A americana Asia Newson abriu um site com a ajuda do pai para vender velas decorativas e fez muito sucesso, ganhando fama em aparições em programas de TV e revistas. O britânico Harli Jordean começou ainda mais cedo: aos 8, vendendo bolinhas de gude.

No Brasil, há exemplos também impressionantes. Criado por quatro amigos universitários, com um investimento de apenas R$ 4.800, o Buscapé se tornou o maior comparador de preços do País, além de plataforma de serviços digitais. Em 2009, os donos venderam 91% do negócio para um conglomerado de mídia sul africano, por um valor pouco modesto: U$ 342 milhões.
   



Com a evolução contínua da internet e o aumento da confiança dos consumidores nas compras online, o número de lojas virtuais que crescem e geram um bom lucro para seus donos é cada vez maior.” 



Especial extraído do seguinte endereço virtual, no qual podem ser acessados os detalhes sobre os demais cases de sucesso: http://economia.ig.com.br/2015-12-30/20-negocios-da-internet-que-comecaram-do-zero.html (Gustavo Mause, em 30/12/2015).

Os grifos não fazem parte do original e são usados apenas para destacar temas de interesse deste blog. O título deste post também é criação do autor do especial. As imagens/foto não fazem parte do especial original.

sábado, 7 de novembro de 2015

Amazon: a gigante do comércio online abre sua primeira loja física












Após 20 anos de vendas pela internet, a Amazon, a maior empresa de varejo online do mundo, acaba de abrir, em 03/11/2015, sua primeira loja física do planeta, que funcionará todos os dias da semana, exceto em 2 feriados. Com capacidade para aproximadamente 5 mil exemplares e opção de test drive dos dispositivos eletrônicos da marca, por enquanto não serão oferecidos blu-rays, DVDs ou CDs.
















"Localizada em Seattle, cidade-sede da empresa, a Amazon Books terá em estoque um número relativamente pequeno de títulos - o que a torna um pouco parecida com as milhares de livrarias que fecharam as portas nos últimos anos, nos EUA e no Reino Unido.

A inauguração surge após uma dramática desaceleração no crescimento dos e-books, o que reduz a capacidade da Amazon de elevar sua participação no mercado de livros.













Outros grupos de varejo de todo o mundo também estão envolvidos em esforços para tentar compreender de que maneira o comportamento dos clientes on-line é influenciado por seus hábitos de consumo físico.

‘O montante investido aqui é nada, no contexto deles’, diz Mike Shatzkin, consultor editorial, sobre a nova empreitada de comércio de livros da companhia. ‘Acho que aquilo que realmente importa para eles é o aprendizado.’

As livrarias tradicionais enfrentam dificuldades para combater o alcance, os baixos preços e as entregas baratas da Amazon. Mas retiveram duas fortes vantagens: as compras por impulso e a oportunidade que oferecem ao potencial comprador de folhear um livro.
















‘Adoro folhear livros em livrarias independentes’, disse Jeff Bezos, fundador e presidente-executivo da Amazon, ao jornal ‘The Guardian’ em 2001. ‘Mas, mesmo nessas lojas, não há personalização instantânea para atrair o interesse do leitor, e nossa loja é capaz disso.’

A Amazon Books selecionará os títulos que vende em lojas físicas com base nas avaliações do consumidor e nos dados de vendas. O preço será o mesmo da Amazon.com. [Só estarão disponíveis os títulos com cotação a partir de 4 de um total de 5 estrelas.]


Elaine Thompson/Associated Press













‘Esperamos que essa não venha a ser a única loja’, disse Jennifer Cast, vice-presidente da Amazon Books, ao ‘Seattle Times’.

Ela não detalhou a estratégia da nova livraria, localizada em um shopping center.

Mas a transição para o varejo físico pode também ter um lado negativo para o grupo de varejo na internet. ‘Parte da magia da Amazon é que eles muitas vezes recebem [dos consumidores] pelos livros antes que precisem pagar [aos fornecedores]. No varejo físico, o caso é o oposto’, afirmou Shatzkin.” (reportagem extraída do site www.folha.uol.com.br, disponibilizada em 04/11/2015, a partir do original publicado no Financial Times)

Aqui você pode ler a notícia divulgada pelo próprio site da Amazon, redigida em inglês, com a possibilidade de tradução pelo Google Chrome (extrema direita do navegador)



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