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quarta-feira, 25 de maio de 2016

As 10 cidades mais nerds do Brasil






Em comemoração ao Dia do Orgulho Nerd ou Dia da Toalha, em 25/05, a filial brasileira da loja virtual da Amazon criou uma lista com as cidades mais nerds do nosso país, com base nas vendas dos últimos 12 meses pelo site. Foram consideradas aquelas com mais de 100.000 habitantes, de forma proporcional às vendas de livros, quadrinhos e graphic novels mais associados à cultura nerd.

São elas:

1) Florianópolis (SC)
2) Niterói (RJ)
3) Santana de Parnaíba (SP)
4) São Caetano do Sul (SP)
5) Santos (SP)
6) Rio de Janeiro (RJ)
7) Vitória (ES)
8) Campina (SP)
9) Porto Alegre (RS)
10) São Paulo (SP)

Maiores detalhes no próprio site da loja.
  

Fonte das informações: www.amazon.com.br.


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

20 negócios milionários da internet que começaram do zero






“Nem todo empreendedor dispõe de capital ou consegue quantias milionárias de investidores para montar o seu e-commerce. Muitos começam com sites pequenos, gastando pouco. Porém, com um trabalho adequado de divulgação, qualidade de serviços, produtos – e, claro, de atendimento -, conseguem crescer e se destacar no vasto território online, tornando-se lojas de sucesso.

É o caso, inclusive, de alguns dos maiores gigantes da web. Aos 30 anos, fascinado pelo crescimento da internet, o americano Jeff Bezos largou seu emprego em Wall Street e fundou uma loja virtual para vender livros, chamada Amazon. Hoje, o site é o maior varejista online do mundo, vendendo produtos de diversas categorias, com receita anual de mais de U$ 60 bilhões e quase 100 mil funcionários. 




Até crianças já obtiveram destaque no e-commerce. A americana Asia Newson abriu um site com a ajuda do pai para vender velas decorativas e fez muito sucesso, ganhando fama em aparições em programas de TV e revistas. O britânico Harli Jordean começou ainda mais cedo: aos 8, vendendo bolinhas de gude.

No Brasil, há exemplos também impressionantes. Criado por quatro amigos universitários, com um investimento de apenas R$ 4.800, o Buscapé se tornou o maior comparador de preços do País, além de plataforma de serviços digitais. Em 2009, os donos venderam 91% do negócio para um conglomerado de mídia sul africano, por um valor pouco modesto: U$ 342 milhões.
   



Com a evolução contínua da internet e o aumento da confiança dos consumidores nas compras online, o número de lojas virtuais que crescem e geram um bom lucro para seus donos é cada vez maior.” 



Especial extraído do seguinte endereço virtual, no qual podem ser acessados os detalhes sobre os demais cases de sucesso: http://economia.ig.com.br/2015-12-30/20-negocios-da-internet-que-comecaram-do-zero.html (Gustavo Mause, em 30/12/2015).

Os grifos não fazem parte do original e são usados apenas para destacar temas de interesse deste blog. O título deste post também é criação do autor do especial. As imagens/foto não fazem parte do especial original.

sábado, 7 de novembro de 2015

Amazon: a gigante do comércio online abre sua primeira loja física












Após 20 anos de vendas pela internet, a Amazon, a maior empresa de varejo online do mundo, acaba de abrir, em 03/11/2015, sua primeira loja física do planeta, que funcionará todos os dias da semana, exceto em 2 feriados. Com capacidade para aproximadamente 5 mil exemplares e opção de test drive dos dispositivos eletrônicos da marca, por enquanto não serão oferecidos blu-rays, DVDs ou CDs.
















"Localizada em Seattle, cidade-sede da empresa, a Amazon Books terá em estoque um número relativamente pequeno de títulos - o que a torna um pouco parecida com as milhares de livrarias que fecharam as portas nos últimos anos, nos EUA e no Reino Unido.

A inauguração surge após uma dramática desaceleração no crescimento dos e-books, o que reduz a capacidade da Amazon de elevar sua participação no mercado de livros.













Outros grupos de varejo de todo o mundo também estão envolvidos em esforços para tentar compreender de que maneira o comportamento dos clientes on-line é influenciado por seus hábitos de consumo físico.

‘O montante investido aqui é nada, no contexto deles’, diz Mike Shatzkin, consultor editorial, sobre a nova empreitada de comércio de livros da companhia. ‘Acho que aquilo que realmente importa para eles é o aprendizado.’

As livrarias tradicionais enfrentam dificuldades para combater o alcance, os baixos preços e as entregas baratas da Amazon. Mas retiveram duas fortes vantagens: as compras por impulso e a oportunidade que oferecem ao potencial comprador de folhear um livro.
















‘Adoro folhear livros em livrarias independentes’, disse Jeff Bezos, fundador e presidente-executivo da Amazon, ao jornal ‘The Guardian’ em 2001. ‘Mas, mesmo nessas lojas, não há personalização instantânea para atrair o interesse do leitor, e nossa loja é capaz disso.’

A Amazon Books selecionará os títulos que vende em lojas físicas com base nas avaliações do consumidor e nos dados de vendas. O preço será o mesmo da Amazon.com. [Só estarão disponíveis os títulos com cotação a partir de 4 de um total de 5 estrelas.]


Elaine Thompson/Associated Press













‘Esperamos que essa não venha a ser a única loja’, disse Jennifer Cast, vice-presidente da Amazon Books, ao ‘Seattle Times’.

Ela não detalhou a estratégia da nova livraria, localizada em um shopping center.

Mas a transição para o varejo físico pode também ter um lado negativo para o grupo de varejo na internet. ‘Parte da magia da Amazon é que eles muitas vezes recebem [dos consumidores] pelos livros antes que precisem pagar [aos fornecedores]. No varejo físico, o caso é o oposto’, afirmou Shatzkin.” (reportagem extraída do site www.folha.uol.com.br, disponibilizada em 04/11/2015, a partir do original publicado no Financial Times)

Aqui você pode ler a notícia divulgada pelo próprio site da Amazon, redigida em inglês, com a possibilidade de tradução pelo Google Chrome (extrema direita do navegador)



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